Que são votos válidos?

São os votos utilizados para calcular o resultado das eleições. Os votos válidos são determinados pela soma dos votos nominais e dos votos de legenda, e não incluem os votos em branco e os nulos, pois não são considerados válidos.

  • Votos nominais: são os votos direcionados somente a um candidato. O voto nominal ocorre quando o eleitor digita o número completo do candidato na urna eletrônica e aperta a tecla “Confirma”.
  • Votos de legenda: são aqueles onde o eleitor escolhe votar no partido ou coligação e só é permitido nos cargos que possuem mais de uma vaga. Para validar o voto de legenda na urna eletrônica, o eleitor deve inserir os dois primeiros números do candidato, que correspondem ao número do partido ou coligação, e apertar a tecla “Confirma”.

Votos nulos e brancos

Eles não entram na apuração do resultado das eleições, por serem votos que não representam nenhum candidato e por isso não são válidos. São interpretados como votos de protesto, já que ao votar nulo ou em branco o eleitor anula voluntariamente o seu voto ao deixar de votar em um candidato.

Para votar nulo o eleitor deve digitar na urna eletrônica um número que não seja atribuído a nenhum candidato e apertar a tecla “Confirma”. Já para votar em branco, basta apertar a tecla “Branco” e depois na tecla “Confirma”.

 

Fonte: https://www.eleicoes2016.com.br/que-sao-votos-validos/

O que é: Inconstitucionalidade NOMOESTÁTICA e NOMODINÂMICA?

Mais um “decoreba” que costuma cair em concursos: a diferença entre inconstitucionalidade nomoestática e nomodinâmica. São conceitos que assustam pelo nome e ganham uma importância especial para a iminente prova do MPU, pois já foram cobrados pela CESPE na prova do MPU em 2010.

De forma direta, a inconstitucionalidade nomoestática ocorre quando a inconstitucionalidade encontra-se no CONTEÚDO da norma. Seria uma inconstitucionalidade material.
Por sua vez a inconstitucionalidade nomodinâmica é quando o vício está na FORMA, no processo legislativo.

A doutrina nos entrega uma fórmula para facilitar o aprendizado:

 

No tocante ao vício formal e material, a doutrina também tem distinguido as expressões nomodinâmica e nomoestática, respectivamente, para a inconstitucionalidade.

Na medida em que o vício formal decorre de afronta ao devido processo legislativo de formação do ato normativo, isso nos dá a ideia de dinamismo, de movimento. Por sua vez, o vício material, por ser um vício de matéria, de conteúdo, a ideia que passa é de vício de substância, estático. (Lenza, Pedro. Direito constitucional esquematizado / Pedro Lenza. – 16. ed. rev., atual. e ampl. – São Paulo : Saraiva, 2012, p. 251)

Agora algumas questões para fixação:

MPU 2010 –  CESPE – Analista

Verifica-se a inconstitucionalidade formal, também conhecida como nomodinâmica, quando a lei ou o ato normativo infraconstitucional contém algum vício em sua forma, independentemente do conteúdo.

 

IESES 2011 – TJ/CE – Titular de Serviços de Notas e de Registros

Verifica-se a inconstitucionalidade nomodinâmica quando a lei ou o ato normativo infraconstitucional contiver vício de forma.

IESES 2011 – TJ/CE – Titular de Serviços de Notas e de Registros

A inconstitucionalidade nomoestática decorre da afronta, pela norma infraconstitucional, ao conteúdo da Constituição.

 

Fonte: http://www.artedosconcursos.com/2013/04/o-que-e-inconstitucionalidade.html

Subsunção

É a ação ou efeito de subsumir, isto é, incluir (alguma coisa) em algo maior, mais amplo. Como definição jurídica, configura-se a subsunção quando o caso concreto se enquadra à norma legal em abstrato. É a adequação de uma conduta ou fato concreto (norma-fato) à norma jurídica (norma-tipo). É a tipicidade, no direito penal; bem como é o fato gerador, no direito tributário.

Fundamentação:

  • Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro – LINDB
  • Art. 1º do CP
  • Arts. 4, 16 e 114 a 118 do CTN

Temas relacionados:

  • Enquadramento
  • Tipicidade
  • Fato gerador
  • Composição
  • Norma em abstrato
  • Caso concreto

Referências bibliográficas:

  • ANGHER, Anne Joyce e SIQUEIRA, Luiz Eduardo Alves de. Dicionário Jurídico. 6ª ed. São Paulo: Rideel, 2002.
  • Dicionário Houaiss. Disponível em http://houaiss.uol.com.br/busca.jhtm. Acessado em 23/11/2009.

 

Fonte: http://www.direitonet.com.br/dicionario/exibir/883/Subsuncao

Giroscópio e seu equilibrio

Interessante como o giroscópio consegue manter o equilíbrio

 

 

Os giroscópios podem ser objetos muito intrigantes, pois movem-se de formas peculiares e parecem desafiar a gravidade. Estas propriedades especiais fazem do giroscópio um objeto extremamente importante, sendo usado em nossa bicicleta e até em sistemas de navegação avançados como naves espaciais. Um avião comum usa uma média de uma dúzia de giroscópios, desde uma bússola até um piloto automático. A estação espacial russa Mir usava 11 giroscópios para manter sua orientação com o sol, e o telescópio espacial Hubble possui também muitos giroscópios. Efeitos giroscópios são também usados em brinquedos como ioiôs e frisbees.

Neste artigo, entenderemos por que os giroscópios possuem tantas finalidades e são usados em lugares tão diferentes.

Precessão

Se você já brincou com giroscópios de brinquedo, sabe que eles podem executar todo tipo de truque interessante: podem se equilibrar em um barbante ou em um dedo e manter o movimento sobre o eixo de giro de várias maneiras esquisitas. O efeito mais interessante, porém, é chamado de precessão. Esta é a parte em que o giroscópio desafia a gravidade.

A habilidade de um giroscópio de “desafiar a gravidade” é desconcertante

Como isso pode acontecer?

Em casos gerais, a precessão funciona assim: se você rotaciona um giroscópio sobre seu eixo de giro, o giroscópio tentará rodar sobre um eixo perpendicular a esse eixo de giro. Assim:

gyro-forces

Figura 1 – O giroscópio está girando em seu eixo.

Figura 2 – Uma força é aplicada para tentar rodar o eixo de giro.

Figura 3 – O giroscópio está reagindo à força aplicada ao longo da perpendicular do eixo dessa força.

Então por que a precessão acontece?

O que causa a precessão?

Por que um giroscópio possui este comportamento? Parece totalmente sem sentido que o eixo de uma roda de bicicleta possa manter-se no ar desta forma. Se você pensar no que está acontecendo nas diferentes partes do giroscópio enquanto ele roda, verá que este comportamento é completamente normal!

Vamos dar uma olhada em duas pequenas seções do giroscópio enquanto ele roda – a parte de cima e a de baixo, assim:

gyro-points

Forças são aplicadas ao eixo: as duas pontas identificadas tentarão se mover nas direções indicadas.

Quando a força é aplicada ao eixo, a seção de cima do giroscópio tentará se mover para a esquerda, e a seção de baixo tentará se mover para a direita, como mostrado. Se o giroscópio não está girando, então a roda fica pendurada, aproximadamente na horizontal. Se o giroscópio está girando, pense o seguinte: a primeira lei de Newton do movimento afirma que um corpo em movimento se mantém em movimento com velocidade constante ao longo de uma linha reta, a menos que atue sobre ele uma força que desequilibre essa situação. Então o ponto de cima do giroscópio é acionado pela força aplicada ao eixo, e ele começa a se mover para a esquerda. Ele continua tentando se mover para a esquerda por causa da primeira lei de Newton do movimento, mas o giro do giroscópio o rotaciona, desta maneira:

gyro-force2

 Como os dois pontos rodam, eles continuam se movendo.

Este efeito é a causa da precessão. As diferentes seções do giroscópio recebem forças em um ponto, mas rodam em posições novas. Quando a seção de cima do giroscópio roda 90o, ele continua tentando se mover para a esquerda dela. O mesmo é verdade com a seção de baixo – ela roda 90o e continua tentando se mover para a direita dela. Estas forças giram a roda na direção da precessão. Como os pontos identificados continuam a rodar mais 90o, seus movimentos originais são cancelados. Então o eixo do giroscópio fica na horizontal no ar e precessa. Quando você entende isto, percebe que a precessão não é nada misteriosa: está totalmente dentro das leis da física.

O giroscópio e suas finalidades

Uma vez que você gira um giroscópio, seu eixo procura apontar na mesma direção. Se você montar o giroscópio em um conjunto de argolas de suspensão de bússola para que continuem apontando na mesma direção, ele irá. Esta é a base de um giro-compasso.

Se você montar dois giroscópios com seus eixos a 90o um do outro em uma plataforma, e posicioná-los dentro de um conjunto de argolas de suspensão de bússola, a plataforma permanecerá completamente rígida, enquanto as argolas rodam em qualquer direção. Esta é a base dos sistemas de navegação inerciais (INS).

Em um INS, sensores nos eixos das argolas detectam quando a plataforma rotaciona. O INS usa estes sinais para entender as rotações do veículo relativas à plataforma. Se você adicionar à plataforma um conjunto de três acelerômetros sensíveis, saberá exatamente aonde o veículo está indo e como seu movimento está mudando nas três direções. Com esta informação, o piloto automático de um avião pode manter o curso e o sistema de guia de um foguete pode inserir o foguete na órbita desejada.

Fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br/giroscopios1.htm

Desvendando o snapshot do VMware

Já li algumas vezes que o snapshot seria uma cópia do ‘.vmdk’ de uma máquina virtual feita num determinado momento, e que poderíamos voltá-la a qualquer momento, porém, pesquisando um pouco mais sobre, podemos ver que não trata-se exatamente de uma cópia. O que acontece na verdade é que quando fazemos um snapshot de uma VM estamos redirecionando todas as operações de escrita em disco do ‘-flat.vmdk’ original da VM para um novo arquivo ‘-delta.vmdk’, no qual todas as alterações realizadas a partir do momento em que o snapshot foi feito serão armazenadas. O disco virtual original passa a ser utilizado somente para leitura.

Antes de aprofundarmos no assunto snapshot precisamos entender como funciona o acesso ao disco de uma máquina virtual. Para cada disco de uma máquina virtual existem dois arquivos relacionados, um é pequeno e serve para definir a geometria do disco (número de cilindros, setores e cabeças) de forma que a BIOS da VM saiba como utilizar o disco. O outro é aonde os dados são efetivamente armazenados. Este disco pode ser visto como uma matriz de blocos:

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Figura 1

Na imagem abaixo podemos ver claramente a diferença entre os dois arquivos, apesar de ambos terem a extensão ‘.vmdk’, repare que o arquivo no qual os dados são efetivamente armazenados possui também a expressão ‘-flat’ junto ao seu nome.

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Figura 2

É nesse arquivo ‘-flat.vmdk’ que ocorrem as operações de I/O (leitura e escrita) da máquina virtual, portanto quando fazemos um snapshot, este arquivo passa a ser utilizado apenas para leitura e um outro arquivo é criado para armazenar as alterações que são feitas após a criação do snapshot.

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Figura 3

Com a criação do snapshot dois novos arquivos são criados para cada disco da máquina virtual. A lógica é a mesma para os discos originais, ou seja, um arquivo armazena as configurações do disco (.vmdk) e o outro armazena os dados em si (-delta.vmdk).

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Figura 4

O arquivo ‘-delta.vmdk’ funciona como um arquivo de log, ou seja, ele cresce a medida que alterações vão sendo feitas na máquina virtual. O tamanho inicial deste arquivo é de 16MB, e ele cresce nessa mesma proporção. Por isso não podemos dizer que o snapshot é uma cópia do disco virtual original da VM. Quando alteramos algum bloco no ‘.vmdk’ da VM esta alteração é aplicada no arquivo ‘-delta.vmdk’. Se este mesmo bloco for alterado novamente, apenas uma atualização é feita no arquivo do snapshot. Dessa forma podemos afirmar que o tamanho máximo que um arquivo ‘-delta.vmdk’ pode atingir é o mesmo do ‘.vmdk ‘ original. A velocidade com que este arquivo vai crescer depende da quantidade de escrita em disco que a VM produz.

Quando mais de um snapshot é criado numa máquina virtual, novos arquivos ‘-delta.vmdk’ são criados e o arquivo ‘-delta.vmdk’ anterior se torna somente leitura. Cada arquivo ‘-delta.vmdk’ pode atingir o mesmo tamanho do arquivo ‘-flat.vmdk’ original daVM.

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                                 FIGURA 5

Além do arquivo ‘-delta.vmdk’, existem outros arquivos que estão relacionados com a utilização de ‘snapshots’:

*.vmsd – este arquivo é utilizado para armazenar informações e metadados sobre os ‘snapshots’. É um arquivo de texto que guarda informações do tipo: nome do snapshot, UID, nome do arquivo do disco, etc. É criado juntamente com a máquina virtual, mas mantêm-se com 0 bytes até o momento em que é feito o primeiro snapshot. Sempre que um novo snapshot é feito este arquivo é “populado”. Repare que na FIGURA 2 este arquivo encontra-se com 0 bytes e na FIGURA 4, após a criação de um snapshot, o mesmo encontra-se com 454 bytes. Abaixo segue um exemplo do conteúdo deste arquivo:

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FIGURA 6

*.vmsn – este é o arquivo de estado do snapshot, nele é armazenado o estado exato em que a máquina virtual se encontrava no momento em que o snapshot foi feito. O tamanho deste arquivo depende se no momento da criação do snapshot a opção para preservar a memória da VM estava marcada, se sim, o arquivo será alguns megabytes maior do que a quantidade de memória alocada para a VM. Se não, o arquivo será bem pequeno. No exemplo acima o snapshot foi feito com a opção para preservar a memória marcada por isso o arquivo possui cerca de 4GB, como pode ser notado na FIGURA 4.

Como disse anteriormente, o snapshot mantém a VM exatamente no mesmo estado em que ela se encontrava quando o mesmo foi feito. Isso inclui:

Estado da memória: todo o conteúdo existente na memória RAM da VM (neste caso é necessário que a VM esteja ligada e que a opção “Snapshot the virtual machine’s memory” esteja marcada).

Estado das configurações: todas as configurações da máquina virtual.

Estado do disco: o estado dos discos virtuais da VM.

Além disso, o snapshot captura o“Power State” da máquina virtual, ou seja, se fizermos um snapshot com a máquina desligada, quando revertermos este snapshot a VM voltará desligada.

Há ainda uma opção chamada “Quiesce guest file system …”, esta opção é muito utilizada por softwares de backup, pois garante a integridade da VM no momento em que o snapshot é realizado.

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FIGURA 7

A imagem acima exibe a tela de criação de um snapshot quando feito através do Vsphere Client. Também é possível fazer a criação do snapshot através da linha de comando.

Algumas considerações sobre a utilização de snapshots e porque eles não devem ser utilizados como uma forma de backup:

– Conforme explicado anteriormente, o disco virtual original da VM passa para o estado ‘somente leitura’ e um novo disco é criado para armazenar as alterações realizadas. Apesar das operações de escrita ocorrerem somente no novo disco, as operações de leitura podem ocorrer em ambos os discos, impactando no desempenho da máquina virtual;

– Impacto no desempenho da LUN na qual o snapshot é criado, devido ao fato que toda vez que o arquivo ‘-delta.vmdk’ é incrementado uma operação de lock/unlock é executada pelo host no qual a máquina virtual se encontra;

– Risco de perda de dados no caso de o snapshot precisar ser destruído;

– Os snapshots podem crescer a ponto de encher um datastore.

Portanto, com base nas considerações levantadas anteriormente, devemos ter em mente que o snapshot deve ser usado apenas para situações temporárias, como por exemplo, na realização de um backup ou na aplicação de um patch ou update.

Depois de fazer o que tínhamos pra fazer devemos decidir o que fazer com este snapshot. As seguintes opções estão disponíveis:

– Aceitar as alterações que foram realizadas (Consolidate)

– Destruir as alterações que foram feitas (Revert)

– Adicionar um novo snapshot

No VSphere 5 a opção “Consolidate” foi adicionada de forma mais explícita no menu da máquina virtual, conforme mostrado na imagem abaixo:

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FIGURA 8

As versões anteriores não apresentam esta opção, por isso para aplicar as alterações realizadas no snapshot definitivamente ao disco original da máquina virtual é necessário abrir o ‘Snapshot Manager’ e excluir o snapshot em questão:

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FIGURA 9

A opção ‘Delete All’ deve ser usada no caso em que houver mais de um snapshot e as alterações de todos eles devam ser consolidadas.

Quando optamos por estas opções (Consolidate ou Delete) estamos aceitando as alterações que foram feitas na máquina virtual durante o período em que o snapshot esteve presente e permitindo que o “merge” seja feito entre o arquivo de log do snapshot (-delta.vmdk) e o disco virtual original da VM (-flat.vmdk). O vmkernel varre o arquivo de log e sobrescreve o .vmdk original com os dados mais recentes. A figura abaixo exemplifica bem essa situação:

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FIGURA 10

Pode ocorrer de o arquivo de log do snapshot ficar muito grande, dificultando a consolidação com o disco original. Neste caso, o vmkernel automaticamente faz um novo snapshot da VM, para que o arquivo de log possa ser utilizado apenas para a leitura e consolidação. Este snapshot feito automaticamente pelo vmkernel é chamado de Consolidate Helper Snapshot (CHS).

Existe também a possibilidade de não ficarmos satisfeitos com as alterações que foram realizadas na VM após a criação do snapshot. Pense por exemplo numa aplicação mal sucedida de um determinado patch de atualização, neste caso temos a opção de retornar a máquina virtual para o ponto em que ela estava no momento que o snapshot foi realizado, descartando assim todas as alterações que haviam sido realizadas.

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FIGURA 11

O VSphere Client oferece duas opções para voltarmos um snapshot. A primeira é a opção “Revert to Current Snapshot” (veja na FIGURA 8). Esta opção volta a máquina virtual para o estado em que snapshot mais próximo, ou seja, o mais recente, estava. Caso exista mais de um snapshot, o recomendado é utilizar a segunda opção, conhecida como “Go to”. Esta é acessada através do Snapshot Manager (FIGURA 9) e permite que você escolha para qual snapshot deseja retornar. Como no nosso exemplo temos apenas um snapshot, as duas opções teriam o mesmo resultado.

Quem quiser aprofundar um pouco mais sobre o assunto pode dar uma conferida nos textos que utilizei como base para este post:

http://www.vmdamentals.com/?p=76

http://www.vmdamentals.com/?p=332

http://www.daemonchild.com/vsphere-snapshots

http://searchvmware.techtarget.com/tip/How-VMware-snapshots-work

http://searchvmware.techtarget.com/tip/Deleting-virtual-machine-snapshots-without-wasting-disk-space

 

Fonte: http://vmwarebrasil.blogspot.com.br/2011/10/desvendando-o-snapshot-da-vmware.html

Acesse sites e rode programas sem pegar vírus no Windows

Aprenda como acessar sites maliciosos e executar arquivos suspeitos sem pegar vírus ou qualquer outro malware em seu Windows.

Se você parar para pensar, cada vez mais ameaças online crescem na internet e os criminosos utilizam maneiras inteligentes para tentar infectar seu sistema e roubar seus dados. Computadores, notebooks tablets, smartphones e até TVs estão na mira destes cibe criminosos.

Usuários do Facebook, Twitter e Google+, que são as redes sociais mais utilizadas atualmente são os alvos preferidos, pois pode-se colocar links e compartilhar com inúmeras pessoas rapidamente, levando-as a sites maliciosos e que podem infectá-lo.

Os malwares (vírus, trojans e outros) estão ficando cada vez mais sofisticados e obscuros, enganando facilmente antivírus e se escondendo no sistema operacional. Não só isso, fatos como estar com antivírus desatualizado ou utilizar algum que não tenha boa heurística (método utilizado nos antivírus e outros programas para encontrar soluções para um problema. Neste caso, detectar malwares).

nao-pegue-virus-windows[1]

Se você é curioso(a) e sempre clica nos links que seus amigos lhe enviam nas redes sociais ou quer abrir um arquivo que recebeu em um e-mail, mas está com dúvidas ou o “pé atrás”, saiba que podemos fazer alguns passos simples para evitar vírus maliciosos podendo acessar qualquer site ou executar qualquer arquivo sem infectar seu computador.

O que significa Sandbox?

Sandbox significa caixa de areia. Seria um local temporário onde certos conteúdos devem ficar até que você dê seu parecer e traga para a área compartilhada com o sistema operacional. Ou seja, seria um local de testes e isolado não afetando o ambiente de seu sistema operacional.

Utilizando o Sandboxie para evitar malwares

O programa Sandboxie cria uma caixa de areia (sandbox) em seu disco rígido para executar um programa (como o navegador da web) nesta área sem que afete ou altere seu sistema.

Os principais programas do sistema e arquivos que estão fora desta “caixa de areia” não são afetados quando executados dentro do Sandboxie.

Você pode ver como o programa trata estes arquivos no HD vendo a animação abaixo. Repare que no Sandboxie é deixado blocos vazios específicos para a utilização e testes de programas suspeitos, enquanto que sem o Sandboxie os blocos se misturam aos outros arquivos do seu sistema, infectando-os e até mesmo danificando-os em caso de um vírus real.

animacao-funcionamento-sandboxie[1]

Instalando o Sandbox

Acesse o site http://www.sandboxie.com/ e faça o download da versão gratuita do programa.

baixando-sandboxie[1]

Após a instalação você terá uma breve explicação de como funciona o Sandboxie. Também será mostrada uma janela de Compatibilidade de software com a lista de programas que podem ser compatíveis com o Sandboxie. Basta apenas clicar em “OK”.

compatibilidade-programas-sandboxie[1]

Como eu abro qualquer site sem pegar vírus?

Se aquele amigo lhe enviou um link pelo Facebook, você recebeu uma mensagem com link suspeito para pagamento de uma divida ou mesmo quer acessar um site sem ter medo de pegar algum malware como vírus ou trojan, fique tranquilo que o Sandboxie poderá lhe auxiliar nisso.

Primeiramente abra ao Sandboxie no Windows. Isso pode ser feito pelo menu iniciar (ou buscando pelo programa no Windows 8) ou abrindo pelo ícone que fica na barra de tarefas perto do relógio.

abrindo-sandboxie[1]

 Clique com o botão direito do mouse em cima do ícone Caixa de Areia DefaultBox e no menu de contexto vá em: Rodar nesta caixa > Rodar o Navegador Web.
menu-contexto-sandboxie[1]

Isso deverá abrir o navegador padrão para que possa acessar qualquer site de forma isolada e sem comprometer seu sistema operacional e arquivos.

Como abrir um arquivo suspeito sem infectar o Windows?

Com o Sandboxie aberto, clique com o botão direito do mouse em Caixa de Areia DefaultBox e no menu que apareceu, vá em: Rodar nesta caixa > Rodar o Windows Explorer.

menu-contexto-sandboxie_0[1]

Assim poderá navegar até o arquivo suspeito e executá-lo sem problemas para verificar se é malicioso ou não.

O que posso fazer com o Sandboxie?

O Sandboxie tem inúmeras funcionalidades e combinações que o tornam um dos melhores programas nesta área de segurança contra infecção do sistema operacional Windows.

Entre elas podemos destacar:

  1. Executar o Firefox, Chrome ou outro navegador dentro de uma área isolada (caixa de areia) sem deixar qualquer rastro em seu computador;
  2. Abrir arquivos anexos suspeitos;
  3. Instalar programas para testes sem que adicione mais registros no Windows ou modifique qualquer configuração do sistema operacional;
  4. Executar arquivos malwares sem afetar seu Windows e arquivos;
  5. Abrir qualquer programa instalado em seu computador em modo seguro para testes;
  6. E muito mais, pois as utilizações são quase infinitas.

Se eu encontrar um vírus ou malware, o que devo fazer?

Se você acessou um site que instalou um plugin malicioso ou aquele arquivo ou programa que recebeu era realmente um vírus e se comportou de maneira estranha, basta ir no Sandboxie, clicar com o botão direito do mouse em cima da caixa que está usando e escolher a opção Apagar Conteúdo.

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Em seguida, na janela que abriu, clique em “Apagar a caixa” para que tudo que esteja nela seja apagado, inclusive os sites e arquivos maliciosos.

apagando-caixa-areia-sandboxie[1]

 

Como criar atalhos em ambiente seguro com o Sandboxie?

Após abrir algum programa pelo Sandboxie, clique em: Configurar > Integração ao shell do Windows.

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Em seguida clique em “Adicionar ícones de atalho” para poder selecionar o programa que está sendo executado no ambiente sandbox e colocar seu atalho rápido em seu área de trabalho.
adicionar-icones-atalho[1]

Vídeo de exemplo do Sandboxie

Fonte: http://www.dicasparacomputador.com/acesse-sites-rode-programas-pegar-virus-windows